terça-feira, 30 de junho de 2009

Beleza Interior tem mais Valor


De que adianta valorizar tanto o teu exterior

se dentro dessa casca não existe nada?

De que adianta tua beleza externa,

se o teu interior é podre?

Não adianta...

A verdadeira beleza vem de dentro!

domingo, 28 de junho de 2009

Bondade


Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta.


(Nelson Mandela)

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Reflexão




“Acho que devemos fazer algumas coisas proibidas, senão sufocamos. Mas sem sentimento de culpa e sim como aviso de que somos livres.”




Clarice Lispector


Michael Jackson


"O tempo não para! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo..."
Mário Quintana



Vai ficar na SAUDADE...

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Por que preferir ser peteca?


Para que melhor seja entendida a pergunta, vou descrever o que seja e como procede esse tipo de pessoa que, não sei se voluntariamente ou por cumprimento do destino, vive de uma forma insólita e masoquista.
A peteca é aquele objeto esportivo que está sempre sendo usado de mão em mão, tomando tapas de todos, vivendo de altos e baixos, mas, eventualmente caindo no chão, cheia e digna de penas e, quando todos a usam, abusam e cansam de bater e se divertiram bastante, jogam-na fora sem nenhuma cerimônia, adquirindo outra mais nova para substituí-la.

Como você pode ver, a pessoa peteca, é uma tola, insegura e pura, que nunca sabe o que quer, não aprende com as decepções que sofre ou, na pior das hipóteses, adora sofrer, vivendo apenas os momentos daquelas horas em que encontra alguém que esteja equilibrando-a no ar, não percebendo que esta sustentação só vai ocorrer até quando o seu usuário estiver sentindo prazer em bater-lhe, vendo-a sempre voltar oferecendo-lhe a outra face.
É lamentável que existam tantas pessoas que se enquadram perfeitamente nessa categoria. Assim como, muitas vezes nós todos bancamos a peteca por confiar demais em pessoas que não merecem nossa amizade ou estima. Mas, as inteligentes, saltam fora logo nos primeiros arremessos, mostrando que também tem dignidade e amor próprio.

Reflita e responda para se mesmo: Será que você, totalmente ou em parte, nesse momento não está vivendo uma vida de peteca?

Será que valeu a pena às vezes em que você andou de mão em mão?

Ou você apenas está simplesmente ficando depenada e perdendo o seu precioso tempo pelo uso e abuso dos seus maus escolhidos jogadores?

Nada melhor que uma boa reflexão para avaliar seu comportamento, no sentido de deixar de ser usado ou usada indevidamente.



(Autor: Antonio Nunes___adaptado por HSLO)

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Expressões Indianas



A novela Caminho das Índias, produzida pela TV Globo, apresenta diariamente expressões oriundas da cultura indiana que, já esta na boca do povo brasileiro, de criança aos adultos. Por isso, estou postando algumas expressões (com seus significados) usadas pelos atores durante a novela. Essa postagem é em homenagem a Rafaela Mello.


Tchalo - Essa palavra é muito usada para chamar as pessoas para irem juntas, em frente, ou para algum lugar.

Nahin - “Nahin” significa “não”, uma resposta negativa, assim como ham significa sim. Usa-se o Ji-nahin (não) e o Ji-ham (sim) para situações mais formais.


Are Baba - A palavra “are” da expressão vem de HARI que também é um nome de Deus. Pelo uso constante, “are baba” virou uma gíria com o significado de invocação a Deus, como se tivéssemos chamando Deus para ver aquilo: “Ó Deus”, “Ai meu Deus”, “Deus pai”, “Deus do céu”, “Pai do céu” etc.


Tike He - Essa é uma expressão que, pelo uso constante na Índia, já virou gíria. Mas a tradução é bem simples. “Tike” significa bom e “he” vem do verbo ser em híndi. É uma gíria super usada por todos na Índia que poderia ser traduzida como “Tá bom”, “Ok”, “Então tá”, “Joia”, “Beleza” etc.

Baguan Kelie - Baguan é uma das formas de pronunciar o nome de Deus, e Baguan Kelie é uma expressão muito usada que significa: “por Deus”, “meu Deus”, “que é isso meu Deus?”



Ditero beti - Essa é uma expressão usada na Índia por pais, avós ou mestres quando dão a bênção aos que falam com eles. É como no Brasil quando os pais ou avós dizem “Deus te abençoe, minha filha”.


Suniedy - Essa é uma forma respeitosa de pedir atenção. Suniedy vem do verbo sunna, que quer dizer escutar, em híndi (língua mais falada na Índia). É uma maneira mais carinhosa de dizer: preste atenção, me escute, por favor.

Ulu -
A palavra ULU em híndi (uma das línguas mais utilizadas na Índia) significa coruja, mas é usada para se referir a uma pessoa boba.


Cérebro Congelou - Esta é uma expressão muito usada na Índia para dizer que a mente da pessoa está hibernando. Ou seja, a pessoa não está usando a cabeça, as faculdades mentais estão paralisadas. Se o cérebro está congelado, ele não está sendo utilizado.


Firanghi Estrangeira - Estrangeira em hindi (língua dos indianos) é pradessi ou obdessi. Em inglês é foreign. O inglês é muito usado na Índia porque boa parte do país foi uma colônia inglesa até 1947. Do foreign, em inglês, virou firanghi, pela pronúncia misturada. Então firanghi significa o mesmo que estrangeira.


Chukriá - Chukriá é uma palavra da língua urdu que significa “obrigado”. Ela é mais usada no norte da Índia e em regiões que contaram com a presença mulçumana.


Namaste - Namaste ou namaskar vem do sânscrito que significa “O Deus em mim saúda o Deus em você”. É a forma mais popular de cumprimentar na Índia.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

A menina que roubava livros


Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em 'A menina que roubava livros'. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, 'O manual do coveiro'. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal.



"Quando a morte conta uma história você deve parar para ler".




Ganhei esse livro de presente do meu amigo Jonas. Quero aproveitar a oportunidade e agradecer, obrigado meu amigo pelo belo presente.
O livro é___Brilhante! Imperdível!