segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Frase da Semana



Moralidade não é propriamente a doutrina de como podemos nos tornar felizes, mas sim de como podemos nos tornar dignos da felicidade.

(Immanuel Kant)


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

O Caçador de Pipas




Entre os livros mais vendidos no Brasil, e com uma adaptação para o cinema, o livro “O Caçador de Pipas” justifica todo esse sucesso. Narrado em primeira pessoa, o livro conta a história de Amir e Hassan, amigos de infância. Ambos criados com a ausência da figura materna, e aparentemente essa é a única semelhança entre eles. Assim como o pai, Hassan é serviçal na casa de Amir, vive num imponente casarão que se destaca entre todas as casas de Cabul.
O autor destaca a todo o momento a importância da religião para o povo afegão. Porém, na casa de Amir seu pai não é tão ortodoxo, tanto que ensina para Amir que o único pecado é roubar, e exemplifica dizendo: Quando você mata um homem, está roubando uma vida, está roubando da esposa o direito de ter um marido. Quando mente, está roubando de alguém o direito de saber a verdade. Quando trapaceia, está roubando o direito à justiça. Anos mais tarde, Amir descobre que esse foi o único pecado que seu pai cometeu consigo.O Caçador de Pipas ficará para sempre na memória de quem ousou conhecer sua história. Amores e desamores, preconceitos e aceitações, encontros e desencontros, pois assim como Amir, o livro é narrado em um tom confessional, que nos faz acreditar tratar-se de uma autobiografia de Khaled Housseini, o autor. Nascido em 1965, na cidade de Cabul, refugiou-se nos EUA por conta do golpe de Estado ocorrido no Afeganistão.
Khaled Housseini conta uma história que o Mundo ocidental desconhece, que não imaginávamos existir num país tão distante da cultura ocidental e que só é mencionado nos noticiários de guerra contra o terrorismo. O relato do autor é fiel aos acontecimentos políticos, mostra a queda do império, o estabelecimento da república e o golpe do estado com a tomada do governo pelos Talibãs. O livro cita vários lugares do Afeganistão e Paquistão. Na versão “Edição Especial Ilustrada”, contém mapas para localizamos os bairros e a cidades citadas, além das ilustrações que permite que a nossa imaginação faça um melhor e ainda mais profundo mergulho nessa emocionante história de amor e ódio.
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Assim que foi lançado o livro, eu ganhei. E sou apaixonado. Amo muito. Dentre os meus livros - O Caçador de Pipas é o mais importante em minha vida. Por isso, solicitei a autorização do meu amigo Marcos Freitas - dono do blog Passageiro do Mundo - http://passageirodomundo.blogspot.com/ - para copiar esse post, que foi de sua autoria.
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Dados Técnicos
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Nome do Livro: O caçador de pipas
Autor: Khaled Hosseini
Número de páginas: 368
Formato: 16 x 23
ISBN: 000.85.209.1767-4
Editora Nova Fronteira


quarta-feira, 14 de janeiro de 2009


"Somos todos parte de uma grande peça, às vezes um drama, às vezes comédia, mas em todos os momentos somos personagens, somos figurantes e protagonistas, somos de vez em quando os roteiristas e às vezes os diretores.Todo mundo é um pedacinho do outro.Todo mundo é um pedacinho do mundo".


(Teatro Mágico)

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Avesso

Hoje acordei e lembrei-me dessa música – Avesso. Ela marcou uma grande história de amor. Tinha 18 anos, quando entrei em contato com o amor. Foi uma descoberta complexa, pois, comecei a amar um ser “proibido” aos olhos da sociedade – hipócrita e preconceituosa. Eu chorei, lutei e amei. De todas as formas, em todos os lugares, em todas as estações do ano, em todos os meses, na chuva e no sol, na noite e no dia. Foram 02 anos de intensa paixão. O amor depois virou amizade, mas sinto orgulho de dizer o quanto contribuir para o meu desenvolvimento. Hoje estou sozinho, mas em busca de outros amores, completos e complexos.

Nós já temos encontro marcado

Eu só não sei quando

Se daqui a dois dias

Se daqui a mil anos

Com dois canos pra mim apontados

Ousaria te olhar, ousaria te ver

Num insuspeitavel bar, pra decência não nos ver

Perigoso é te amar, doloroso querer

Somos homens pra saber o que é melhor pra nós

O desejo a nos punir, só porque somos iguais

A Idade Média é aqui

Mesmo que me arranquem o sexo, minha honra, meu prazer

Te amar eu ousaria

E você, o que fará se esse orgulho nos perder?

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No clarão do luar, espero

Cá nos braços do mar me entrego

Quanto tempo levar, quero saber se você

É tão forte que nem lá no fundo irá desejar

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O que eu sinto, meu Deus, é tão forte!

Até pode matar

O teu pai já me jurou de mortepor eu te desviar

Se os boatos criarem raízes

Ousarias me olhar, ousarias me ver

Dois meninos num vagão e o mistério do prazer

Perigoso é me amar, obscuro querer

Somos grandes para entender, mas pequenos para opinar

Se eles vão nos receber é mais fácil condenarou noivados pra fingir

Mesmo que chegue o momento que eu não esteja mais aqui

E meus ossos virem adubo

Você pode me encontrar no avesso de uma dor

sábado, 10 de janeiro de 2009

Eu vou lhe contar que você não me conhece...


“Eu vou lhe contar que você não me conhece. Eu tenho que gritar isso porque você está surdo e não me ouve. A sedução me escraviza a você, ao fim de tudo você permanece comigo, mas preso ao que eu criei e não a mim. E quanto mais falo sobre a verdade inteira um abismo maior nos separa. Você não tem um nome, eu tenho. Você é um rosto na multidão e eu sou o centro das atenções. Mas a mentira da aparência que eu sou e a mentira da aparência que você é, porque eu não sou meu nome e você não é ninguém. O jogo perigoso que eu pratico aqui, ele busca chegar ao limite possível de aproximação através da aceitação da distância e do reconhecimento dela. Entre eu e você existe a notícia, que nos separa. Eu quero que você me veja a mim. Eu me dispo da notícia. E a minha nudez parada te denuncia e te espelha. Eu me delato, tu me relatas. Eu nos acuso e confesso por nós. Assim me livro das palavras com as quais você me veste"
(Laura Baptista Leite)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Cazuza

"Nunca tive medo de me mostrar. Você pode ficar escondido em casa, protegido pelas paredes. Mas você tá vivo, e essa vida é pra se mostrar. Esse é o meu espetáculo. Só quem se mostra se encontra. Por mais que se perca no caminho." (Cazuza)


Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza, (Rio de Janeiro, 4 de abril de 1958 — Rio de Janeiro, 7 de julho de 1990) foi um famoso cantor, compositor e poeta brasileiro que ganhou fama como o vocalista e principal letrista da banda Barão Vermelho. Cazuza é considerado um dos mais importantes compositores da música brasileira.
É a minha paixão. Tenho Cazuza presente em minha vida. Gosto de escutar cada letra de suas músicas...Pois, completa o meu Ser. E por isso, faço questão de linkar o site do Cazuza no meu Blog. Ao lado tem a foto do Cazua__clicando vai direto para o site:
http://www.cazuza.com.br/






A parceria com Roberto Frejat é criticamente aclamada como uma das melhores do rock brasileiro. Dentre as composições famosas junto ao Barão Vermelho estão "Todo Amor Que Houver Nessa Vida", "Pro Dia Nascer Feliz,"Maior Abandonado", "Bete Balanço" e "Eu Queria Ter Uma Bomba".
Cazuza tornou-se um dos maiores ícones da música brasileira durante o século XX. Dentre sucessos musicais destacam-se "Exagerado", "Codinome Beija-Flor", "O Nosso Amor A Gente Inventa", "Ideologia", "Brasil", "Faz Parte Do Meu Show" e "O Tempo Não Pára".
Cazuza causa polêmica ao declarar em entrevistas ser bissexual. Em agosto de 1985, Cazuza é internado no Hospital São Lucas, em Copacabana, para ser tratado por uma pneumonia. Cazuza exigiu fazer um teste de HIV, do qual o resultado foi negativo. Em novembro de 1985 foi lançado o primeiro álbum solo, Exagerado. "Exagerado", a faixa-título composta em parceria com Leoni, se torna um dos maiores sucessos e marca registrada do cantor. Também destacam-se "Mal Nenhum" (composta em parceria com Lobão) e a obra-prima "Codinome Beija-Flor". A canção "Só As Mães São Felizes" é vetada pela censura.




Cazuza gravou o segundo álbum no segundo semestre de 1986. Como a Som Livre terminou com o cast, Só Se For A Dois foi lançado pela PolyGram (agora Universal Music Group) em 1987. Logo depois a PolyGram contratou Cazuza. Só Se For A Dois mostra temas românticos como "Só Se For A Dois", "O Nosso Amor A Gente Inventa (Uma História Romântica)", "Solidão Que Nada" e "Ritual".
A SIDA/AIDS (doença da qual provavelmente sofria desde 1985) volta a se manifestar em 1987. Cazuza é internado com pneumonia, e um novo teste revela que o cantor é portador do vírus HIV. Em Outubro, Cazuza é internado na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, para ser tratado por uma nova pneumonia.Em seguida, ele é levado pelos pais aos Estados Unidos. Lá, Cazuza é submetido a um tratamento a base de AZT durante dois meses no New England Hospital de Boston. Ao voltar ao Brasil no começo de dezembro de 1987, Cazuza inicia as gravações para um novo disco. Ideologia de 1988, inclui os hits "Ideologia", "Brasil" e "Faz Parte Do Meu Show". "Brasil" em versão de Gal Costa foi tema de abertura da telenovela Vale Tudo da Rede Globo.


Os shows se tornam mais elaborados e a turnê do disco Ideologia, dirigido por Ney Matogrosso, viaja por todo o Brasil. O Tempo Não Pára, gravado no Canecão durante esta turnê, é lançado em 1989. O disco se tornou o maior sucesso comercial superando a marca de 500 mil cópias vendidas. A faixa "O Tempo Não Pára" torna-se um de seus maiores sucessos. Também destacam-se "Todo Amor Que Houver Nessa Vida" com um novo arranjo mais introspectivo, "Codinome Beija-Flor" e "Faz Parte Do Meu Show". O Tempo Não Pára também foi lançado em VHS Vídeo pela Globo.
Em outubro de 1989, depois de quatro meses a base de um tratamento alternativo em São Paulo, Cazuza parte novamente para Boston, onde ficou internado até março de 1990.
No dia 7 de julho de 1990, Cazuza morre aos 32 anos por um choque séptico causado pela SIDA/AIDS. No enterro compareceram mais de mil pessoas, entre parentes, amigos e fãs. O caixão, coberto de flores e lacrado, foi levado à sepultura pelos ex-companheiros do Barão Vermelho: Roberto Frejat, Maurício Barros, Dé, Guto Goffi e o produtor Ezequiel Neves. Cazuza foi enterrado no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.

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Cazuza_______Sempre!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Se Tudo Fosse Perfeito


Se as coisas fossem perfeitas

Não existiria lições de vida

Não haveriam arrependimentos

E nem descobertas...

Se tudo fosse perfeito

Mãos não se uniriam

E sonhos não seriam valorizados.

Se tudo fosse perfeito

Olhares não se completariam

E gestos passavam despercebidos.

Se tudo fosse perfeito

As lágrimas não existiriam

As palavras seriam perfeitas...

Se tudo fosse perfeito

Eu pularia no abismo

Sem medo da morte

Pois asas eu ganharia...

Se tudo fosse perfeito

Eu atravessaria o oceano

Sem medo de ser levada pelas ondas

Sem receios de me perder em suas profundezas.

Se tudo fosse perfeito

Dores não existiriam

E a cura não seria procurada...

Se tudo fosse perfeito

Não haveria a busca pela perfeição...

Nada é por acaso

Pois nem o destino

É Perfeito



(Autor Desconhecido)